GREVE GERAL

Servidores públicos param nesta quarta-feira

A mobilização é contra a reforma da previdência, trabalhista e do ensino médio, propostas pelo presidente da República, Michel Temer.

15/03/2017 07h52 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

Servidores públicos param nesta quarta-feira

GREVE GERAL

Os representantes do Fórum sindical, que representa 32 sindicatos de servidores do Estado, e centrais sindicais participam do movimento nacional “Greve geral” e cruzam os braços nesta quarta-feira (15). A mobilização é contra a reforma da previdência, trabalhista e do ensino médio, propostas pelo presidente da República, Michel Temer.

O ato está previsto para ocorrer na Praça Ipiranga, centro de Cuiabá, a partir das 15 horas. A expectativa é reunir centenas pessoas em um único coro contra essas propostas, que "impactam diretamente a vida dos servidores e sociedade".

Com uma pauta secundária, a mobilização também vai abordar as mudanças propostas pelo Executivo Estadual, como o projeto do "Teto de Gastos", que prevê o aumento da alíquota de contribuição dos servidores públicos, o congelamento dos salários e a suspensão do pagamento da Revisão Geral Anual (RGA).

Além disso, cada categoria vai protestar de acordo com suas pautas de reivindicação. Na Educação, por exemplo, a mobilização é contra o que o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep) classifica como “desmonte” e “privatização” do Ensino Médio.

Na pauta de reivindicação, consta a reclamação de que as mudanças propostas pelo Executivo não estão sendo repassadas ao Sintep antes de serem colocadas em prática.

Segundo informações do Sintep, o sindicato não está fazendo parte da comissão de política pedagógica de modo que o Executivo tem realizado atribuição de aulas e determinado teste seletivo pra servidores concursados, por exemplo, sem o conhecimento prévio dos profissionais.

Além disso, o sindicato não estaria obtendo respostas da greve de 2016, como a promessa de realização de concurso público para o setor.

Já a categoria dos agentes penitenciários, por exemplo, vai protestar contra aa aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 308/2004, cujo objetivo é criar a Polícia Penal para União, Estados e Distrito Federal.

FONTE: Redação do GD

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