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POLÍTICA

Veja como ficaram as suplências e alianças dos candidatos ao Senado

Os partidos políticos não conseguiram repetir as mesmas alianças do pleito de 2018.

17/03/2020 09h16 | Atualizada em 17/03/2020 16h55

Veja como ficaram as suplências e alianças dos candidatos ao Senado

ilustrativa

Mato Grosso tem 12 candidatos concorrendo à vaga que será deixada pela senadora Selma Arruda (Podemos), cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e, apesar da correria e movimentação, os partidos políticos não conseguiram repetir as mesmas alianças do pleito de 2018. Quem conseguiu angariar para sua campanha o maior número de partidos foi o vice-governador, Otaviano Pivetta (PDT). 

Um dos representantes do agronegócio na disputa, Pivetta conseguiu o apoio do Republicanos, PSB, MDB, PV, Cidadania e até do PCdoB. Na chapa estarão o ex-prefeito de Rondonópolis, Adilton Sachetti (Republicanos), que está na primeira suplência, e a vice-prefeita de Cáceres, Eliene Liberato (PSB), na segunda suplência da chapa.

O ex-senador Júlio Campos (DEM) entra na disputa com o apoio do PL e do PTB. O primeiro suplente é o líder do governo na Assembleia Legislativa, Dilmar Dal Bosco (DEM), e o segundo suplente Márcio Guedes (PL), de Rondonópolis.

Carlos Fávaro (PSD) entra na disputa com uma aliança formada entre o PSD e o Progressistas, do ex-governador Blaito Maggi. São suplentes a empresária Margareth Buzetti e o empreiteiro Fenando Bortolini, filho do deputado estadual Nininho, ambos do PSD. 

Gisela Simona (Pros) entra na disputa em aliança com a Rede Sustentabilidade. Athur Nogueira (REDE) será o primeiro suplente e Cristian Cabral (Pros) o segundo suplente da chapa.  

Já o deputado estadual Elizeu Nascimento (DC) entra na disputa com apoio do PSL e tem como primeiro suplente o tenente-coronel Zilmar e a sargento Lucélia para a segunda suplência, ambos filiados ao PSL, ex-partido do presidente Jair Bolsonaro.

Contando com a popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o Patriota lançou a Coronel Fernanda na disputa. O ex-deputado federal, Victório Galli, será o primeiro suplente e o policial militar tenente Luciano Esteves Corrêia  o segundo suplente. 

Com chapa pura, o Novo entra na disputa com Feliciano Azuaga como o candidato, tendo Sérgio Antunes como o primeiro suplente e Edegar Belz na segunda suplência. Como no ano anterior, o partido promete não usar recursos públicos na campanha eleitoral.  

Na disputa novamente, o Procurador Mauro entra na disputa sem alianças e tem Gonçalina Pereira de Souza Melo - Gonça de Melo, como primeira suplente e com o Enfermeiro Vanderley Guia na segunda suplência do PSOL.

Outro que se arrisca na disputa com chapa pura é o PSC, que lançou o empresário Reinaldo Moraes, que terá como primeira Ane Borges e o Tenente-coronel Dias como segundo suplente. 

Quem também entra com chapa pura é o deputado federal, José Medeiros (Podemos). Ele tem Niuan Ribeiro e Coronel Zózima como primeiro e segundo suplente, respectivamente. 

O PSDB entra na disputa com Nilson Leitão, que tem como suplentes Júlio César e o empresário Vander Masson, ambos do PSDB. Júlio é da região do Araguaia e Vander é do médio-norte, filho do ex-deputado Saturnino Masson.

Valdir Barranco do PT, vai disputar tendo Gilmar Soares como o primeiro suplente e a ex-vereadora de Cuiabá, Enelinda na segunda suplência. 

FONTE: Gazeta Digital

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