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POLÍTICA

PT lança Barranco; vê "onda" Bolsonaro enfraquecida e trará Lula a MT

Partido aguarda definição sobre aliança com PC do B e Rede para definir suplentes.

13/03/2020 09h13 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

PT lança Barranco; vê

Reprodução

O deputado estadual Valdir Barranco confirmou a candidatura à vaga no Senado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) nesta quinta-feira (12). Ele aguarda respostas dos convites feitos ao PCdoB e ao Rede Solidariedade para definir as suplências.

Caso não obtenha respostas favoráveis dos eventuais aliados, Barranco disse que irá com “chapa pura” para a disputa pela vaga da cassada Selma Arruda.

Questionado sobre a derrota do PT para o presidente Jair Bolsonaro no Estado nas eleições de 2018 - 66% a 34% -, Barranco disse que o atual presidente perdeu grande parte do apoio popular ao longo do seu mandato. Além disso, acredita que haverá uma “pulverização” entre os candidatos que são ligados ao presidente. “Existem outros candidatos disputados os 66% de votos obtidos por Bolsonaro no Estado”, colocou.

Durante processo de pré-candidatura, vários candidatos chegaram a ensaiar uma aproximação com o presidente, entre eles, José Medeiros, Júlio Campos e Pivetta. Bolsonaro, contudo, decidiu por apoiar a tenente-coronel Rúbia Fernanda de Oliveira (Patriota).

Inclusive, Barranco anunciou que deve ter sua campanha reforçada pelas principais lideranças nacionais do PT: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, candidato derrotado a presidência em 2018.

PREFEITURA DE CUIABÁ

Sobre as articulações para apoiar uma eventual candidatura da ex-reitora da UFMT, Maria Lúcia Cavalli Neder, à prefeita de Cuiabá, Barranco como forma de obter apoio do PCdoB, o candidato ao Senado disse que não passa de ‘fakenews’.

“Essa conversa não aconteceu. Dialogamos com o PCdoB enquanto partido que historicamente caminhou com o PT, tanto que nas últimas eleições ela [Maria Lúcia] foi a nossa candidata. Porém, com relação à prefeitura de Cuiabá, ainda não conversamos”, explicou.

FONTE: LIDIANE MORAES

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