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POLÍTICA

Deputado critica preço de combustível em MT e pede sensibilidade a Mauro Mendes

Parlamentar apelou para que o Governo Estadual dialogue com o Governo Federal para encontrar uma solução.

07/02/2020 16h11 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

Deputado critica preço de combustível em MT e pede sensibilidade a Mauro Mendes

Ilustrativa

Usando a tribuna da Câmara Federal em sessão plenária nesta quinta-feira (6), o deputado federal Emanuelzinho (PTB) manifestou apoio ao presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) na luta para abaixar os preços dos combustíveis e pediu sensibilidade ao governador Mauro Mendes (DEM) para que o cidadão mato-grossense não continue pagando preços abusivos na gasolina e no etanol.

Citando os altos preços que os postos de combustíveis estão cobrando em Mato Grosso, o jovem parlamentar apelou para que o Governo Estadual dialogue com o Governo Federal para encontrar uma solução.

“Hoje as estimativas afirmam que cerca de 45% do preço final do combustível levado ao consumidor, é de tributo estadual e federal. Um dos maiores aumentos aconteceu no meu Estado, que chega hoje ao 6° maior do país com o preço de gasolina e etanol acima da média. Isso tem atingido a todas as classes econômicas da população mato-grossense. Recentemente vi a Casa Civil se manifestando que não vai aceitar o projeto do Governo Federal, mas aqui eu venho fazer um apelo, pedir a sensibilidade, pelo menos desta vez que o Governo do Estado dialogue tecnicamente com o Governo Federal, tendo em vista que só na capital, o preço do etanol tem chegado a R$ 3,19 e a gasolina a R$ 4,80. É um dos maiores preços do país e eu vi que em alguns municípios do interior, a média chega a R$ 5 como em Alta Floresta”, disse o deputado.

O parlamentar ainda criticou a política de reajuste que está sendo aplicada pelo governador Mauro Mendes e projetou um colapso, caso o Governo não procure o diálogo com Brasília (DF).

“Isso não é justo com a população, em que você faça uma política de reajuste no Estado, apenas tributando. Esta tem sido a política do Governo. Então esperamos que desta vez o Governo seja sensível, que deixe de pensar um pouco só em número e passe a pensar nas pessoas, porque não são as pessoas que vivem para o Governo. É o Governo que vive para população, mas não é o que está acontecendo, seja no combustível, nos produtos de farmácia, seja na tributação sobre o empresariado. A tributação tem se tornado excessiva e no final das contas o jogo vai virar, porque vai prejudicar o empresariado, vão haver demissões, vai haver dedução do salário e tudo isso é o que não queremos”, avaliou.

Os altos preços dos combustíveis em todo o país tem gerado preocupação ao presidente Jair Bolsonaro, que em publicação recente em suas redes sociais, responsabilizou os governadores pelo problema, que atinge diretamente a população.

No início da semana, o presidente propôs zerar os tributos federais dos combustíveis, caso os governadores fizessem o mesmo com a taxa do ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços).

Em resposta, o governador Mauro Mendes brincou que o presidente está pedindo para que os governadores aceitem arrancar uma de suas pernas, enquanto ele terá que arrancar apenas um dedo.
 

FONTE: Olhar Direto

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