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ELEIÇÃO SUPLEMENTAR

Mais de 20 querem a vaga no Senado

Já são mais de 20 nomes colocados como possíveis candidatos.

07/01/2020 11h30 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

Mais de 20 querem a vaga no Senado

Ilustrativa

Com a confirmação da eleição suplementar para preencher a vaga deixada por Selma Arruda (PODE) no Senado por conta de sua cassação, a quantidade de pré-candidaturas subiram nos primeiros dias de janeiro e tem provocado disputas internas dentro de alguns partidos. Já são mais de 20 nomes colocados como possíveis candidatos.

Alguns partidos já teriam mais de 4 candidatos disputando a indicação. O Democratas (DEM), partido do governador Mauro Mendes (DEM), trabalha com 4 possíveis nomes para a disputa do Senado. O ex-governador Júlio Campos (DEM), o deputado estadual Dilmar Dal'Bosco (DEM), o chefe da Casa Civil Mauro Carvalho e até a prefeita Lucimar Campos (DEM), que poderia renunciar ao mandato de prefeita para disputar. 

Porém, a decisão deverá passar pelo crivo de Mendes e conjunto com os irmãos Júlio e Jayme Campos. Nos bastidores, a informação é de que Mendes deverá decidir se indicará o candidato ao Senado ou a prefeitura de Cuiabá. "Se ele quiser indicar um candidato ao Senado, que indique, mas aí a candidatura à prefeitura de Cuiabá será decidida entre outros membros, ou vice-versa. O que não pode é tentar monopolizar as decisões do partido", disse um dirigente da sigla que pediu para não ser identificado. 

Outra legenda que se apresenta com candidaturas é o PP, do ex-ministro Blairo Maggi (PP). No partido, dois nomes foram colocados com a intenção de disputar: a empresário Margareth Buzetti e o deputado federal Neri Geller. O mesmo ocorre com o PL (ex-PR), que tem o ex-senador Cidinho Santos (PL) e presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga (PL). 

O Partido dos Trabalhadores (PT) trabalha com 4 possíveis nomes para a disputa. Dos deputados estaduais Lúdio Cabral e Valdir Barranco, a deputada federal Rosa Neide e o ex-deputado Carlos Abicalil. 

Por outro lado, algumas legendas vem focando em um único nome para a disputa. O PDT vem avançando nas negociações para garantir a candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta, que já convidou dois postulantes à disputa para serem os seus suplentes. O PSDB também tem dado autonomia para que o ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB) dispute novamente o Senado. O PSD, de Carlos Fávaro também mantido o seu nome na disputa. Porém, a legenda vem encontrando dificuldades de aliança. 

O PCdoB pretende novamente lançar a ex-reitora da UFMT, Maria Lúcia na disputa. Já o Podemos, partido da senadora cassada Selma Arruda, deverá lançar o deputado federal José Medeiros para disputar a vaga. O mesmo deve ocorrer com o PSL, que aposta no nome do deputado Nelson Barbudo para a disputa. 

Outros nomes também aparecem com a intenção de disputar, como dos deputados estaduais Max Russi (PSB) e Elizeu Nascimento (DC). O vereador Abílio Júnior (PSC), também colocou seu nome a disposição para a disputa. 

A superpopulação de candidaturas ao Senado vem ocorrendo desde o ano passado, quando Blairo Maggi decidiu não disputar a reeleição. Naquela disputa houve 11 candidaturas ao Senado. A tendência é que esta eleição suplementar tenha a mesma quantidade ou superior a de 2018.

FONTE: Gazeta Digital/PABLO RODRIGO

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