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ELEIÇÃO SUPLEMENTAR

Dois municípios do Araguaia tiveram prefeitos eleitos no domingo

Os eleitos desta votação ficarão no comando público até dezembro de 2020.

08/04/2019 07h18 | Atualizada em 08/04/2019 08h47

Dois municípios do Araguaia tiveram prefeitos eleitos no domingo

Reprodução

Eleitores das cidades de Ribeirão Cascalheira e Bom Jesus do Araguaia (900 km a leste e 983 km ao nordeste de Cuiabá, respectivamente) elegeram seus prefeitos e vices, neste domingo (7), durante o pleito realizado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso. A eleição suplementar foi definida em razão da cassação do mandato dos prefeitos das gestões passadas. Os eleitos desta votação ficarão no comando público até dezembro de 2020.

Em Ribeirão Cascalheira foi eleita a prefeita Luzia Nunes Brandão (SD) e seu vice, Antonio de Morais Pinto Júnior, pela coligação "Unidos pelo Progresso de Ribeirão Cascalheira". Juntos eles obtiveram 53,36% dos votos, equivalente a 2.274 votos. Nulos e brancos totalizaram 158 votos. Para votar compareceram 4.420 eleitores, de um total de 6.631.

Ao todo 120 pessoas trabalharam na eleição, entre mesário, coordenador, membros das juntas de mesas, Polícia Civil e Militar. Apesar de ter sido disponibilizado valor de R$ 92,6 mil para realizar essa eleição, a estimativa é de que o gasto não ultrapasse 50 mil. A eleição foi marcada porque o prefeito eleito em 2016, Reynaldo Diniz, acabou cassado por suspeita de crime eleitoral.

Em Bom Jesus, a prefeitura continuará com o vereador Ronaldo Rosa de Oliveira (DEM), mais conhecido como Rone do Mureré, que atualmente era o prefeito interino no município. Junto com o vice Marcilei Alves de Oliveira, Rone ganhou a eleição pela coligação "Coligação Uma Nova História", com 57,05% dos votos. A cidade conta com mais de 4,6 mil eleitores, tendo 2.982 comparecido para votar, tendo 83 pessoas votado nulo ou branco. Cerca de 118 pessoas trabalharam no pleito.

Nessa eleição o valor disponibilizado foi de R$ 88,8 mil. O então prefeito Joel Ferreira (PSDB) e seu vice Edmarcio Moreira (PRP) foram cassados, em julho de 2018, por abuso de poder econômico e captação ilícita de votos. 

Os números serão divulgados oficialmente na segunda-feira (8).

FONTE: Gazeta Digital/Valquiria Castil

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