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ÉTICA

Seduc proíbe uso de roupas “inadequadas” em suas dependências

Medida foi publicada pelo secretário Marrafon, no Diário Oficial do Estado que circula nesta sexta-feira (19).

19/05/2017 13h39 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

Seduc proíbe uso de roupas “inadequadas” em suas dependências

Reprodução

O secretário de Estado de Educação, Marco Marrafon, proibiu a circulação e a permanência de pessoas que estejam utilizando “vestimentas inadequadas” nas dependências da secretaria.

A medida foi fixada por meio da portaria nº 183/2017, publicada no Diário Oficial do Estado que circula nesta sexta-feira (19).

Conforme a publicação, fica vetado, por exemplo, o uso de qualquer peça  “excessivamente curta” ou com “decotes acentuados”. Neste item, o secretário cita as chamadas blusas “costa nua” ou “tomara que caia”.

Também foi proibido o uso de roupas que exponham a região abdominal, “bem como aquelas que exponham partes do corpo que, por costume, não ficam à mostra”.

Shorts com comprimento acima do joelho ou minissaias também estão na lista dos vetados.

Para homens, foi proibido o uso de bermuda ou calção que estejam acima do joelho e camiseta sem mangas.

Na portaria, o secretário Marrafon afirmou que as medidas foram instituídas considerando o previsto no Código de Ética Funcional do Servidor Público Civil do Estado de Mato Grosso.

Controle

Segundo Marrafon, estão excluídas das exigências acima relacionadas as crianças de até 12 anos de idade.

Consta ainda na portaria, que o controle da utilização adequada de vestimentas será de responsabilidade dos servidores detentores do cargo de Agente de Segurança ou por intermédio de funcionários que atuem nas funções de recepcionista ou de vigilante, e outros servidores designados pela Coordenadoria de Apoio Logístico.

“Os incidentes relacionados a matéria ficarão registrados no livro de ocorrência em poder desses”, diz a publicação.

Também foi vedado o acesso às dependências da Seduc de pessoas portando arma de fogo ou qualquer objeto cortante, exceto os agentes públicos que gozam dessa prerrogativa.

FONTE: MidiaNews/CAMILA RIBEIRO

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