Politica

Secretário de Fazenda diz que Mato Grosso não aumenta imposto do gás de cozinha há 11 anos

Segundo Gallo, os reajustes são fruto da política de preços posta em prática pela Petrobrás, que mantém o Brasil refém das variações

06/09/2021 11h35 | Atualizada em 08/09/2021 10h41

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O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o gás de cozinha de uso doméstico praticado em Mato Grosso é o mesmo há onze anos. A tributação cobrada no Estado é de 12% desde 2010, a informação é do secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo,

Segundo Gallo, os reajustes são fruto da política de preços posta em prática pela Petrobrás, que mantém o Brasil refém das variações dos valores das commodities no cenário internacional. “Neste último aumento, agora em setembro, as responsáveis foram as distribuidoras. Mas esse já é o sétimo reajuste no valor do gás de cozinha. É preciso urgentemente, que a Petrobras mude essa política, pois o consumidor já não consegue mais arcar com essas despesas básicas”, afirmou Gallo.

No acumulado do ano, os reajustes do gás de cozinha já somam alta total de 47,7%.A composição do preço do gás de cozinha no Estado é de 12% do ICMS; 38,7% é o índice da revenda e lucro pelas distribuidoras; e 49,3% é o valor cobrado pela Petrobrás.

Além de Mato Grosso, também mantêm alíquota de 12% do ICMS, os Estados do Amapá, Bahia, Goiás, Rondônia, Rio Grande do Sul, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal. Os Estados com o ICMS mais caro são Alagoas, Amazonas, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte, com 18%.

FONTE: Eldorado FM com Assessoria

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