ESTUPRO

Polícia Judiciária Civil prende pai acusado de estuprar filha em Vila Rica

Em depoimento, a menor confirmou os abusos e contou ter sido coagida anteriormente há cerca de dois anos.

07/06/2017 16h07 | Atualizada em 09/06/2017 09h07 2.824 acessos

Polícia Judiciária Civil prende pai acusado de estuprar filha em Vila Rica

Eldorado.fm/Rafael Trindade

A Polícia Judiciária Civil prendeu um homem, acusado de estuprar a filha de 13 anos, no município de Vila Rica (1.259 km a Nordeste). A prisão foi efetuada nesta quarta-feira (07.06), em cumprimento de mandado de prisão temporária.

O suspeito, E.A.M. teve a prisão decretada pela Comarca local, logo após as denúncias dos abusos chegarem ao conhecimento da Delegacia de Polícia de Vila Rica, que colheu provas e comprovação dos indícios de crime. Ele vai responder por estupro de vulnerável. 

A vítima de 13 anos, filha do agressor, na noite de domingo (04.06) sofreu atos libidinosos praticados pelo próprio pai. Em depoimento, a menor confirmou os abusos e contou ter sido coagida anteriormente há cerca de dois anos.

Com base nos fatos, a Polícia Civil representou imediatamente pelo mandado de prisão temporária ( 30 dias, por se tratar de crime hediondo, prorrogável por mais 30) por estupro de vulnerável, visando afastar o suspeito do lar e evitar que novas ameaças e agressões.

De acordo com o delegado, Gutemberg de Lucena Almeida, provavelmente o inquérito policial deve ser encerrado antes do prazo, já com todos os elementos probatórios suficientes de autoria e materialidade.

"É preciso agir rápido e com seriedade ao se tratar desse tipo de violência, pois sabemos que grande é o número de casos de abuso contra crianças e adolescentes, especialmente no meio intrafamiliar, e que muitos não chegam ao conhecimento das autoridades responsáveis pela apuração”, alertou o delegado.

De acordo com o delegado, a família, a sociedade, educadores e outros profissionais devem estar atentos a qualquer alteração no comportamento da criança, e procurar ajuda o quanto antes. “O agressor convive diariamente no âmbito e muitas vezes a própria família não vê. É necessário o alerta e a denúncia para conseguir modificar esse quadro, que em determinadas regiões, é quase cultural, por mais hedionda que sejam tais condutas", completou Gutemberg de Lucena.

FONTE: PJC-MT

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