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POLÍCIA INVESTIGA

Criminosos incendeiam carro de agente penitenciário em Confresa

Não há informações sobre os suspeitos de terem cometido o crime.

10/05/2018 07h47 267 acessos

Criminosos incendeiam carro de agente penitenciário em Confresa

Reprodução

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O carro particular de um agente penitenciário lotado na Cadeia Pública de Porto Alegre do Norte (1.125 km a nordeste de Cuiabá) foi alvo de criminosos que atearam fogo no veículo na noite desta terça-feira (8), na cidade de Confresa (1.160 km a nordeste da Capital).

Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado de Mato Grosso (Sindspen-MT), João Batista, o servidor visitava um familiar quando, por volta das 22h, uma vizinha chamou para informar que o carro estava pegando fogo.

As chamas foram apagadas pela própria vítima. A suspeita é que os criminosos tenham jogado álcool no Fiat Grand Siena, que pegou fogo no para-choque traseiro, paralamas e capô. Ninguém se feriu.

Não há informações sobre os suspeitos de terem cometido o crime. Porém, a Polícia Civil investiga possíveis câmeras de segurança da região e, inclusive, suspeitos que tenham comprado o líquido inflamável para jogar no carro.

Ainda não há informações se o ataque seria um caso isolado ou teria relação com o salve ordenado pela facção do Comando Vermelho, após a morte de um presidiário na Penitenciária Central do Estado (PCE), em março deste ano.

“Esta ação pode sim ter a ver com presos que se dizem membros de facção criminosa. Mas esse agente e até o diretor de Porto Alegre do Norte já estavam sendo ameaçados por presidiários do Comando Vermelho desde o ano passado. Então por isso pode ter ligação com isso também”, explica Batista.

Ataques em Cuiabá

Em Cuiabá, a casa de um agente penitenciário e inclusive a sede do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Mato Grosso (Sindispen-MT) foram alvos de ataques de bandidos. Os bandidos metralharam a casa do servidor e o sindicato, em ambos os lugares foram encontrados ao menos 10 marcas de tiros.

Uma força-tarefa foi montada pelas Secretarias de Segurança Pública (Sesp) e de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) para identificar e prender os atiradores. O caso é investigado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

FONTE: Gazeta Digital/Valquiria Castil

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