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São Félix do Araguaia e mais 4 municípios lideram crescimento econômico

O estudo combinou os dados do PIB Agro com os da Produção Agrícola Municipal referente a 2017.

10/01/2019 09h47 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

São Félix do Araguaia e mais 4 municípios lideram crescimento econômico

Ilustrativa

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O levantamento feito pelo Ministério da Agricultura (Mapa), com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra um crescimento médio de 9,81% no Produto Interno Bruto dos municípios agrícolas do Brasil. O cálculo se baseia nos dados dos cem maiores PIB’s agropecuários do país no período de 2014 a 2016.

Conforme o Mapa, em valores nominais, esses municípios foram responsáveis por 7,2% de toda a geração de riquezas do Brasil no período analisado. E por 27,5% do Valor Bruto da Produção na agricultura. Em 82 desses municípios, o produto da agropecuária crescem 4,4%. O estudo combinou os dados do PIB Agro com os da Produção Agrícola Municipal referente a 2017.

Os dados mostram que o maior crescimento no PIB Agropecuário no período de 2014 a 2016 entre os cem maiores municípios foi registrado em Guaíra (SP): 51,98%. Depois vem a também paulista Miguelópolis, com expansão de 36,76% na Agropecuária no período.

O ranking dos dez maiores, conforme o cálculo do Ministério da Agricultura ainda tem Nova Ubiratã (MT): +36,7%; São Félix do Araguaia (MT): +32,26%; Portel (PA): 25,7%; Nova Alvorada do Sul (MS): +25,61%; Porto dos Gaúchos (MT): +23,63%; Sapezal (MT): +22,84%; Rio Brilhante (MS): +22,18%; e Vera (MT): +20,86%.

Nove municípios tiveram retração no PIB Agropecuária de 2014 a 2016. Todos no Matopiba. O pior desempenho é de Baixa Grande do Ribeiro (PI): -29,47%; São Desidério (BA): -23,48%; Tasso Fragoso (MA): -21,61%; Formosa do Rio Preto (BA): -15,07%; Uruçuí (PI): -9,81%; Balsas (MA): -9,38%; Igarapé-Miri (PA): -5,51%; Correntina (BA): -4,6% e Riachão das Neves (BA): -2,22%.

“Nos estados da Bahia, Piauí e Maranhão, muito afetados pelas secas ocorridas nos últimos anos, a redução de safras foi muito forte ocasionando redução do valor da produção”, afirmou, em nota, o coordenador-geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, José Garcia Gasques.

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FONTE: Globo Rural

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