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BOI GORDO

Preço atual não está ruim e tendência é de melhora “sem euforia”, diz Notícias do Front

Menor disponibilidade de animais acabados e compras dos frigoríficos em tendência de melhora estão no cenário do boi em fevereiro.

24/01/2020 16h06 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00 1 comentario

Preço atual não está ruim e tendência é de melhora “sem euforia”, diz Notícias do Front

Ilustrativa

Se em 24 de outubro fosse perguntado para qualquer confinador se ele entregaria boi hoje, três meses depois do ciclo de engorda no cocho, a R$ 190,00, a resposta seria sim. Se juntar isso aos fundamentos de melhora nos preços a partir de fevereiro (pouco mais de vendas e oferta ainda restrita) o mercado não está tão ruim.

Por essa visão de Rodrigo Albuquerque, analista do Notícias do Front, a reação dos valores, mesmo sem a euforia de outubro e novembro – “e não haverá mais depois do choque de preços” – virá sobre uma @ que está até acima do que seria o normal para o período.

Não fosse a disparada da cotação pela procura dos exportadores de carnes à China, a partir de setembro, a referência seria muito menor em janeiro, “mês tradicionalmente fraco, mais ainda nesta segunda quinzena”.

Daí que o consultor, baseado em Goiás e bastante conhecido por suas análises conjunturais, diz que qualquer grande produtor teria travado a venda há três meses naquela faixa (R$ 190) observada atualmente em São Paulo.

E por que o mercado vai melhorar? De trás para frente, Albuquerque fala dos motivos.

As chuvas estão fracas em regiões importantes de volume de animais, especialmente em muitas micro-regiões. No Vale do Araguaia, houve um déficit de 400 mm de julho a dezembro, portanto pastos bons ainda estão longe e a oferta da safra das águas “não será derramada” em curto prazo.

Depois, a reposição das boiadas ficou comprometida pelos preços – atrelados às altas do boi gordo. Mesmo antes do boom chinês no segundo semestre.

Para completar, concorda o CEO do Notícias do Front: a originação forte e regular em praticamente três meses (janeiro a novembro) limpou o que os produtores tinham numa entressafra longa, bem como dos confinamentos.

Com o consumo interno vindo de uma melhora na expectativa geral para o mês que vem e a China voltando às compras, apesar de não mais com o assanhamento de antes (a revisão dos contratos e pedidos de redução de preços estão presentes), vão sustentar a equação.

FONTE: Giovanni Lorenzon

1 COMENTÁRIO

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