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COLETA DE DADOS

Censo agro chega a 95,3% das propriedades no estado

O número representa uma cobertura de 95,3% do total de fazendas a serem visitadas.

05/03/2018 08h00 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

Censo agro chega a 95,3% das propriedades no estado

Divulgação

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Quase a totalidade das propriedades rurais de Mato Grosso estão recenseadas. Até a última quarta-feira (28) foram coletadas informações de 110,696 mil estabelecimentos rurais de um total de 116,151 mil previstos para serem visitados pelos recenseadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa uma cobertura de 95,3% do total de fazendas a serem visitadas.

A coleta de dados é realizada no Estado por 618 recenseadores e irá integrar a pesquisa do Censo Agro, prevista para ser divulgada em 2019. A coleta do censo agropecuário iniciou em Mato Grosso no dia 1º de outubro, após uma pausa de 10 anos, já que o último diagnóstico do campo foi realizado em 2007. O levantamento reúne informações sobre a área produtiva, a área irrigada, a produção, o uso de agrotóxicos, as características do pessoal ocupado e a participação da agricultura familiar, entre outros aspectos.

Segundo o IBGE, o Censo Agro é o principal e mais completo levantamento de dados sobre produção agropecuária, florestal e aquícola brasileira. Para realizar a pesquisa, o governo federal assegurou R$ 783 milhões, divididos em repasses de R$ 505 milhões para o exercício fiscal de 2017 e de R$ 278 milhões para 2018.

Presidente do IBGE, Roberto Luis Olinto Ramos, explica que ainda não é possível afirmar se houve alteração significativa no número de estabelecimentos em relação ao último censo. “Passamos agora por uma fase de ajuste fino, com apuração de dados coletados e a crítica deles”.

Em fevereiro, o IBGE completou a 1ª etapa do Censo Agro 2017 com 93,6% da coleta realizada e 4.918.593 estabelecimentos agropecuários recenseados. Em março, começa a 2ª fase, de apuração e crítica dos dados. Enquanto isso, a coleta continua em regiões afetadas por fatores climáticos e em locais de difícil acesso.

FONTE: A Gazeta

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