Economia

Estudo aponta que taxa de desemprego em Mato Grosso caiu e estado tem o 2ª menor índice do país

Dados da pesquisa apontam que os principais setores pela mudança são: comércio; indústria; construção e serviço doméstico.

01/12/2021 12h42 | Atualizada em 01/12/2021 13h05

A taxa de desemprego em Mato Grosso caiu e o estado se tornou o segundo do país com menor porcentagem de desempregados. Os dados, que foram divulgados nesta terça-feira (30), são referentes ao 3º semestre deste ano em relação ao período anterior.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Continua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Mato Grosso passou de uma taxa de 9,1% de desocupados para 6,6% entre o segundo e terceiro semestre deste ano.

Tabela completa com a relação das taxas de desocupação por unidade federativa, segundo dados do IBGE Muito abaixo da série nacional, que caiu de 14,2% para 12,6%, o estado só está atrás de Santa Catarina (5,3%). No semestre passado, Mato Grosso era o quarto estado com menor taxa de desemprego do país.

Nacionalmente, a realidade mato-grossense exemplifica o cenário brasileiro. Isto porque em 20 das 27 unidades federativas houve um recuo na taxa de desocupados. Dados da pesquisa apontam que os principais setores responsáveis pela mudança são: comércio; indústria; construção e serviço doméstico.

No país, mesmo com a queda no número de desempregados, o número de pessoas brancas segue desocupadas segue abaixo da taxa nacional. Já para pretos e pardos, contudo, a realidade é oposta, uma vez que estes grupos estão acima da média do Brasil. "Na população fora da força de trabalho, os pardos representavam 46,8%, seguidos pelos brancos (43,1%) e pelos pretos (8,9%)", apontou o IBGE.

Quando considerados o gênero dos desocupados, homens ainda estão proporcionalmente mais empregados do que mulheres. Segundo a PNAD, a taxa de desocupação sobre eles é de 10,1%, enquanto para elas é de 15,9%.

Neste cenário, a pesquisa revela ainda que o nível de estudos também influencia quando o assunto é mercado de trabalho. O número de pessoas com superior incompleto (14,3%) foi de mais do que o dobro do mesmo índice para aquelas que completaram o ciclo superior (6,3%).

FONTE: Redação de Jornalismo da Eldorado FM

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