Curiosidades

Presidente do Indea nega assédio sexual e diz estar com “Consciência tranquila”

Uma ex-servidora do órgão registrou um boletim de ocorrência em novembro do ano passado, lhe acusando de assédio sexual no trabalho.

12/01/2021 12h21 | Atualizada em 14/01/2021 11h29

O presidente do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea), Marcos Catão Dornelas Vilaça, negou que tenha cometido atos de importunação sexual contra uma ex-servidora do órgão, de 19 anos.

A jovem registrou um boletim de ocorrência contra Marcos, em novembro do ano passado, o acusando de assédio sexual no trabalho. Por meio de nota enviada pelo seu advogado, Francisco Faiad, o presidente do órgão disse que está com "a consciência limpa" e que sempre agiu com respeito.

Marcos tem a consciência tranquila de que nunca cometera qualquer ato de assédio ou importunação sexual contra quem quer que seja “O Sr. Marcos tem a consciência tranquila de que nunca cometera qualquer ato de assédio ou importunação sexual contra quem quer que seja, tendo agido sempre com respeito e hombridade nas relações com os demais servidores do Indea, do qual é servidor de carreira”, afirmou na nota.

O advogado informou ainda que o seu cliente, assim que soube do boletim de ocorrência, em dezembro passado, procurou a Delegacia da Mulher e a Corregedoria para saber sobre o conteúdo da denúncia e para ser ouvido. Ele também pediu apuração do caso, porém afirmou que não ter obtido resposta até o momento.

"Aguarda sereno ser convocado para depor na Delegacia da Mulher e ter os fatos investigados na seara criminal e administrativa, quando sua inocência será declarada", completou. A ex-servidora contou, no boletim de ocorrência, que precisava entrar com frequência na sala do acusado para servir café e mostrar o cardápio para ele pedir suas refeições, além de outras atividades que não compreendem suas funções como servidora.

No dia 12 de novembro do ano passado, ao entrar na sala para repor garrafas de água, a jovem passou a ser assediada por Marcos, conforme o B.O. A ex-servidora relatou que o suspeito disse que ela não precisava ficar de máscara na sala dele e, enquanto falava e olhando para a vítima, passou a massagear o pênis por cima da calça. Após o episódio, orientada pelo seu pai, a vítima pediu exoneração do cargo e registrou a denúncia.

FONTE: Radio Eldorado FM 87, 9 com Midia News

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