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GREVE

Santa Terezinha e mais 3 cidades estão com as redes municipais de educação em greve

Os profissionais da Educação de Santa Terezinha foram os terceiros a entrar em greve, que teve início no dia 10 de agosto.

23/08/2017 07h45 | Atualizada em 23/08/2017 07h55 276 acessos

Santa Terezinha e mais 3 cidades estão com as redes municipais de educação em greve

Reprodução

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Como último recurso na luta por direitos, os trabalhadores e trabalhadoras da rede municipal de Educação de Juruena entraram em greve por tempo indeterminado nesta terça-feira (22). Também estão com as atividades paralisadas os educadores de Ribeirão Cascalheira, Curvelândia e Santa Terezinha, que enfrentam falta de diálogo por parte do Executivo e condições de trabalho precárias.

Há 48 dias em greve, a luta na Educação municipal de Ribeirão Cascalheira é pelo pagamento do piso nacional dos trabalhadores da Educação, melhorias na infraestrutura das escolas e ainda transporte escolar urbanos e rural de qualidade. Apesar de sofrerem pressão do Executivo, os educadores se mantém firmes na batalha por Educação de qualidade e valorização profissional.
 
Em Juruena a pauta de reivindicações inclui a recomposição salarial de 7,64%, participação efetiva dos trabalhadores da Educação nos conselhos municipais de Transporte Escolar e de Alimentação Escolar, assim como transparência no número de servidores da Educação e seus locais de trabalho.
 
Já em Curvelândia, a paralisação por tempo indeterminado começou em 07 de agosto, pelo pagamento do piso salarial nacional e também contra o cancelamento do Plano de Cargos, Carreiras e Salários, que foi realizado através de decretos e retirou direitos conquistados pelos educadores ao longo dos anos, como a carga horária de 30 horas semanais.
 
Os profissionais da Educação de Santa Terezinha foram os terceiros a entrar em greve, que teve início no dia 10 de agosto. Sem secretário municipal de Educação há mais de dois meses, a categoria luta por enquadramento profissional, transporte escolar e escolas com infraestrutura de qualidade, além do repasse para a subsede do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) da contribuição sindical que é descontada em folha, mas não é repassada para a entidade sindical.
 
“A falta de diálogo por parte do Executivo tem sido frequente nos municípios, o que torna a greve, que é o último recurso, inevitável. Temos visto cortes na Educação e retirada de direitos dos educadores, mas não ficaremos calados. Faremos o enfrentamento sempre que necessário”, afirma o presidente do Sintep/MT, Henrique Lopes do Nascimento.

FONTE: Assessoria Sintep

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