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BRASILEIRÃO

Corinthians vence no minuto final a Chapecoense e abre 10 pontos

A vantagem na ponta chegou a dez pontos sobre o Grêmio, a 17 rodadas do fim do torneio.

24/08/2017 06h40 102 acessos

Corinthians vence no minuto final a Chapecoense e abre 10 pontos

Reprodução

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Como em tantas outras ocasiões deste Campeonato Brasileiro, o Corinthians esteve longe de fazer um jogo exuberante. Nesta quarta-feira, o time manteve a sua tradicional segurança ofensiva, mas não a tendência de uma equipe que crescia no trabalho com a bola. Mesmo criando pouco, mostrou que parece mesmo predestinado a ser campeão. Um gol de Jô, aos 44 do segundo tempo, garantiu a vitória por 1 a 0 sobre a Chapecoense, em Chapecó. A vantagem na ponta chegou a dez pontos sobre o Grêmio, a 17 rodadas do fim do torneio.

Teria sido um primeiro tempo tipicamente corintiano, ao menos se tomado como modelo o Corinthians do início do Brasileiro, bastante econômico em ações ofensivas, embora eficiente: marcou mais perto de sua área, tinha dificuldade de contragolpear, mas poderia ter ido para o intervalo vencendo, não tivesse a bola tocado no braço de Rodriguinho antes de o meia finalizar para o gol. O lance foi corretamente anulado. As tradicionais triangulações, marca do time, não aconteciam. O Corinthians era um time espaçado e Jô, que costuma fazer bem o trabalho de pivô, participava pouco.

No mais, a Chapecoense tentou criar e esbarrou na boa marcação do Corinthians e em suas próprias dificuldades ofensivas. Mesmo assim, uma ideia do técnico Vinícius Eutrópio quase terminou em gol. Ele usou Wellington Paulista como atacante pela direita e não como homem de área. Além de tentar jogadas pelas laterais, a missão do atacante era tentar diagonais para a área, fugindo da boa postura dos zagueiros e disputando com o lateral Moisés, a quem batia pelo alto. Num cruzamento do equatoriano Penilla, Wellington Paulista cabeceou com grande perigo para Cássio. Mais tarde, Túlio de Mello perderia outra chance.

Ao Corinthians, restou uma trama que vem se tornando típica do time de Fábio Carille, com troca de passes entre Moisés, substituto de Guilherme Arana na lateral, Romero e Jô, que parou em Jandrei. Quem fazia falta era Jádson, desfalque por razões físicas. Pela direita, Marquinhos Gabriel não dava aos corintianos a mesma criatividade do titular.

No segundo tempo, a entrada de Clayson deu um pouco mais de profundidade ao time. Mesmo assim, a melhor chance de gol foi do time da casa, quando Túlio de Mello tocou na saída de Cássio, e a bola só não entrou porque Léo Santos salvou em cima da linha.

Carille ainda colocou Camacho no lugar de Gabriel, tentando melhorar a qualidade do passe no início da construção de jogadas do Corinthians. Mas não era fácil para o time paulista chegar ao gol rival, transmitindo, outra vez, a sensação de que, para um provável campeão brasileiro, a atuação era abaixo do esperado, pobre mesmo.

No entanto, foi pelos pés de Camacho e com um toque de Carille que surgiu o gol decisivo. O volante achou bom passe para Romero, que encontrou Clayson, outro que entrara no decorrer do jogo. O atacante tirou o goleiro Jandrei da jogada, e Jô escorou.

FONTE: O GLOBO

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