ELEIÇÕES 2020

Barra do Garças faz parte dos 10 maiores colégios eleitorais de Mato Grosso

Barra do Garças faz parte dos 10 maiores colégios eleitorais de Mato Grosso.

11/08/2020 08h19 | Atualizada em 11/08/2020 08h22

Barra do Garças faz parte dos 10 maiores colégios eleitorais de Mato Grosso

Ilustrativa

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta semana que Mato Grosso tem 2.317.102 pessoas aptas a votar nas eleições que ocorrem em novembro deste ano. Dentre os 10 municípios que possuem os maiores números de votante cadastrados, Barra do Garças está presente com 46.109 eleitores, sendo 76,01% da sua população.

Conforme os dados do TSE, Cuiabá, com 378.097 eleitores; Várzea Grande, com 160.409; e Rondonópolis, com 155.409, continuam sendo os três maiores colégios eleitorais do Estado.

Entre as dez cidades com maior número de pessoas que poderão escolher seus representantes também aparecem: Sinop, Tangará da Serra, Cáceres, Sorriso, Lucas do Rio verde e Primavera do Leste.

Além da escolha de prefeitos e vereadores, os mato-grossenses também vão decidir o novo senador do Estado. A disputa suplementar ocorre em razão da cassação da senadora Sema Arruda (Podemos).

Veja o número de eleitores dos 10 maiores colégios eleitorais:

Cuiabá 378.097; 

Várzea Grande 160.409;

Rondonópolis 155.538;

Sinop 97.934;

Tangará da Serra 69.332;

Cáceres 64.839;

Sorriso 59.086;

Lucas do Rio Verde 46.130;

Barra do Garças 46.109;

Primavera do Leste 45.290;

Calendário adiado

Em razão da pandemia da Covid-19, as disputas municipais em todo o País foram adiadas para 15 de novembro (1º turno) e 29 de novembro (nas cidades que tenham 2º turno).

Em Mato Grosso, a escolha do novo senador também ocorre em 15 de novembro.  

Embora o recadastramento biométrico tenha sido obrigatório, o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Luís Roberto Barroso, decidiu retirar a biometria da eleição municipal deste ano.

O ministro seguiu recomendação de um grupo de médicos e dos técnicos da corte, que constataram que a identificação por digital poderia representar até 70% do tempo gasto por eleitor para votar.

A expectativa é que o veto à tecnologia reduza a criação de filas e de aglomerações, o que é recomendável por causa da pandemia do novo coronavírus.

FONTE: Semana 7

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