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EDUCAÇÃO

Trabalhadores realizam plenária rumo à greve geral

Segundo o Sintep, o objetivo foi a construção da mobilização que fará frente às medidas federais e estaduais.

13/02/2020 11h40 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00 1 comentario

Trabalhadores realizam plenária rumo à greve geral

Ilustrativa

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep) realizou, ontem à noite, uma “plenária sindical" e "dos movimentos sociais”, rumo à greve geral, marcada para a próxima terça-feira (18). Segundo o Sintep, o objetivo foi a construção da mobilização que fará frente às medidas federais e estaduais que atacam os direitos dos trabalhadores e da população em geral.

O sindicato aponta ainda que, na educação pública, a luta é também pelo novo Fundeb, na defesa da Proposta de Emenda Constitucional nº 15/2015, conforme orientação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). A proposta é promover conjuntamente com a comunidade, atividades com o intuito de chamar a atenção da sociedade e das representações políticas federais no estado, para a necessidade do enfrentamento para manter direitos sociais e garantir serviços públicos à população.

“Nosso objetivo é criar estratégias de enfrentamento para fazermos a resistência e conter o avanço das reformas federais que comprometem a educação pública, o serviço público oferecido à população, principalmente das redes municipais, que são os maiores prejudicados com as políticas de cortes de direitos e recursos públicos. No âmbito estadual nosso enfrentamento será para as ações arbitradas pelo governo Mauro Mendes, que está privatizando a educação pública, desrespeitando os servidores públicos e atacando de forma ainda mais severamente os educadores”, alerta o presidente do Sintep/MT, Valdeir Pereira.

Para ele, o desmonte dos serviços públicos afetam principalmente a população que depende dos atendimentos. “As políticas privatistas elencadas como prioridades pela gestão do ministro Paulo Guedes deixarão sem atendimento milhares de pessoas, aponta. “O ministro, que chamou os servidores de parasitas, se esquece que também está funcionário público. A diferença é que o cargo dele não é vitalício, mas o desmonte que está promovendo no serviço público poderá comprometer o futuro de crianças, jovens, adultos e idosos”, conclui.

FONTE: Diário de Cuiabá

1 COMENTÁRIO

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