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EDUCAÇÃO

Alunos do ensino médio de Vila Rica exercitam a escrita científica

Os trabalhos discorreram sobre políticas de cotas, preconceito imerso na linguagem, desigualdade social, movimentos negros, desigualdade de gênero e contribuições da cultura negra para a sociedade bra

29/01/2020 17h40 | Atualizada em 31/01/2020 12h32

Alunos do ensino médio de Vila Rica exercitam a escrita científica

Reprodução

Estudantes do ensino médio da Escola Estadual Maria Esther Peres, localizada no município de Vila Rica (a 1.259 quilômetros a noroeste da Capital) participaram do encerramento do projeto de intervenção “A escrita científica na Educação Escolar”. O evento ocorreu no último sábado (25.01), nas dependências da Universidade de Mato Grosso (Unemat) da cidade.   

Segundo a assessora pedagógica Graciela Morais, os alunos apresentaram os trabalhos desenvolvidos em torno das relações étnico-raciais. “Os trabalhos discorreram sobre políticas de cotas, preconceito imerso na linguagem, desigualdade social, movimentos negros, desigualdade de gênero e contribuições da cultura negra para a sociedade brasileira”, destaca.

Os 25 estudantes do 3º Ano B, participantes do projeto, apresentaram oralmente as pesquisas realizadas e logo após foram arguidos por uma banca de professores.

Os comentários e sugestões realizadas foram no sentido de ajustar a redação dos textos que foram previamente lidos e avaliados. Os estudantes dos 2º e 3º anos, por sua vez, assistiram as apresentações, sendo uma oportunidade de aprendizagem com essa experiência.

Os alunos participantes demonstraram estar satisfeitos com o resultado do trabalho. A estudante Miriam considerou que o projeto foi duplamente relevante, uma vez que abordou sobre as desigualdades sociais e as contribuições dos negros para a sociedade brasileira e também como desenvolver pesquisas.

“Aprendi muito não só com o meu trabalho, mas com os que os colegas apresentaram. Isso é uma forma de valorizar a gente”, assinala.

A colega dela, Vitória tem o mesmo entendimento, pois o trabalho que desenvolveu foi de extrema relevância para que pretende seguir carreira acadêmica.

“Além disso, a temática proposta precisa ser discutida na escola e levada para toda sociedade, onde ainda percebemos a discriminação e o preconceito enraizado”, frisa.

Este projeto foi realizado em parceria com o IFMT que forneceu formação continuada aos professores participantes da intervenção.

FONTE: Adilson Rosa | Seduc MT

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