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GREVE NA EDUCAÇÃO

Governo e grevistas não avançam e paralisação continua

O governador reiterou que o governo não tem condições de dar o aumento aos servidores.

18/06/2019 09h14 | Atualizada em 30/11/-0001 00h00

Governo e grevistas não avançam e paralisação continua

Reprodução

Governo e grevistas mantêm o mesmo posicionamento e nas duas frentes abertas para discutir a paralisação dos servidores da educação, nesta segunda-feira (17), nenhum dos lados cedeu.

Enquanto o governador Mauro Mendes (DEM) recebeu um grupo de deputados para debater o assunto, entre outras questões, na Assembleia Legislativa parlamentares da Comissão de Educação participaram de uma audência pública para tratar exclusivamente da greve dos servidores da educação. 

Do Palácio Paiaguás, o governador reiterou que o governo não tem condições de dar o aumento aos servidores. Ele também entende que, se prorrogar o prazo da lei 510/2013, vai deixar dívidas e compromissos para outros gestores.

A lei prevê aumento para os servidores da educação todo mês de maio até 2023. Para 2019, o reajuste previsto é de ganho real de 7,69% a contar do dia 1° maio. Percentual que o governo alega não ter como se comprometer.

Durante audiência pública, os profissionais da educação estadual mantiveram o posicionamento pela continuidade da greve para que seja cumprido o aumento salarial garantido pela Lei 510/2013.

O presidente do Sindicato dos Profissionais da Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), Valteir Pereira, disse que nesta terça-feira (18) será realizada uma reunião com os dirigentes regionais para discutir a continuidade da greve e estrategias de manifestações. “Não vamos aceitar que o governo mantenha o posicionamento autoritário e abusivo que retira o direito democrático de greve. Estamos cobrando o cumprimento da Lei 510, nada além disso”, reforçou o sindicalista, durante a audiência.

FONTE: Gazeta Digital

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